Na “terras brasilis”, se propaga aos quatro cantos, a liberdade. Esta, deriva-se do Estado Democrático de Direito e devidamente expressa pela Carta Magna. Aqui se pode ir e vir, optar por isso ou aquilo, falar desse ou daquele. Óbvio, desde que não se ultrapasse os limites da ponderação e preservando-se, sempre, a honra alheia.
Os órgãos de imprensa e seus operadores têm papel preponderante junto à calcificação da democracia.
Firma-se, pois, a imprensa como braço primordial junto à defesa daquilo inerente ao bem comum.
Uma imprensa fraca, omissa, coagida, ou mesmo corrompida…, seguramente, se faz interessante, apenas, às “ervas daninhas” da democracia.

Existe uma leva de “atores” detentores de algum tipo de poder, principalmente, aqueles de outorga popular, que, por vezes, se utilizam de cargos “efêmeros”, para tentar denegrir, assim como coagir os operadores de imprensa. Outros, se utilizam do expediente do “trocadilho”, ou seja, investem “capitalisticamente” na compra de algum operador de imprensa. Todavia, tal prática “asquerosa” talvez seja aceita, contudo, por uma pífia minoria.

A imprensa, em sua esmagadora maioria, busca, incessantemente, levar à sociedade o “vero” conhecimento dos fatos, sejam em quais áreas forem.

Os veículos de comunicação de massa, indistintamente, levam diuturnamente a notícia “nua e crua” à sociedade.

Aplausos se dêem aos profissionais de imprensa, aqui da “terra do bom começo”, pois, até a presente data, não há nada o que possa desaboná-los. Eis, pois, nossos jornalistas, radialistas, repórteres, blogueiros,…, não devem amedrontar-se, ou deixar-se tecer por alguns discursos evasivos.

“Ó espirituoso radialista, 07/11 é teu dia, porém, sabes que o teu trabalho, a tua ‘sina’ é transmitir, pelas ondas sonoras, a fidelidade dos fatos, dos acontecimentos e seus eventos. Teu é o abnegado mister de bem informar o cidadão. Nunca de acanhes. Estejas sempre firme e voraz em teu espirituoso labor”.

A imprensa configura-se como pilar de sustentação da democracia. Assim sendo, não deve, em hipótese alguma, utilizar-se do subterfúgio, como ferramenta de ostentação de sua importância.

Sua função
é destramente levar,
a íntegra da informação,
sem a verdade alijar.

Sua ação comedida,
mostra ao cidadão,
sem arranhar sua reputação,
um “ar” de atrevida.

Profícuamente se embrenha
no cerne das mazelas.
Busca sem trela,
os por quês em suas entranhas.

Seu combustível é o destemor,
cujo íngreme saciar,
do seu brioso labor,
é a notícia propagar.

Marcos Castro